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Acampamento 22

Muitos desertores norte-coreanos e ex-reclusos podem atestar o fato de que havia um campo nesse território que abrigou mais mal do que qualquer outra coisa já testemunhada. É chamado de Acampamento 22, ou o campo de concentração de Hoeryong. É um campo de tortura originalmente destinado a inimigos políticos da nação, tendo depois ampliado suas metas a qualquer um que pudessem capturar. Qualquer um que fosse enviado para lá também teria sua família levada junto, já que era completamente isolada do resto do mundo. Nem satélites eram permitidos mapear a área. Qualquer um que fosse trazido para o Acampamento 22 estava destinado a morrer lá.

Os prisioneiros do Acampamento 22 eram forçados a fazer trabalhos agrícolas, de mineração e de fábrica até morrer, e qualquer insubordinação resultava em estupro, fome, tortura, mutilação, e até morte, que era extendida a toda sua família. Na maioria das vezes, até mesmo prisioneiros obedientes eram levados ao lugar de execução para entretenimento dos guardas.

A razão pela qual tanta crueldade era permitida no Acampamento 22 era desencadear o desenvolvimento de algo que a equipe administrativa se referia como “os monstros brancos”. Isso foi negado pelo governo norte coreano Acampamento 22. mas foi denunciada pelos guardas que saíram de lá. Se algum prisioneiro preso neste acampamento chegou a sobreviver, ele poderia testemunhar isso tudo.
O programa responsável pelas cirurgias requeria que os médicos bebessem álcool antes de fazer a cirurgia nos assuntos promissores, então qualquer ocorrência estranha que testemunhassem poderia ser atribuída ao estado de embriaguês.

Médicos inexperiente eram requisitados para torturar pessoas vivas até que elas entrassem em estado de choque, e então as matavam com um golpe de machado para causar dano cerebral. Frequentemente os resultados eram morte, mas como alguns dos guardas informaram, isso nem sempre acontecia, ou mesmo causaria morte cerebral. Quase imediatamente depois que elas morriam, seus sinais vitais começavam a funcionar novamente. Um médico disse que era como um corpo que esvaziava e inflava novamente, como se a cabeça do indivíduo permitesse à alma sair, e depois outra coisa entrar.

Quando prisioneiros morriam, eram levados por um ônibus de carga e então queimados até derreterem sem deixar vestígios. Os que não morriam de doenças ou sofrimento eram levados para um lugar de execução secreto onde eram ou esmagados ou morriam fuzilados. Muitos deles eram colocados em uma solitária onde experimentos aconteciam. Nenhum guarda ou funcionário da equipe administrativa era permitido entrar nesta sala exceto para levar coisas para lá, ou os monstros brancos sairiam. Acreditava-se que os monstros brancos eram uma piada interna entre os guardas dos acampamentos para manter novos recrutas afastados de áreas com perigo biológico, e as pessoas deixadas no prédio eram eliminadas por funcionários diferentes.
Eventualmente, quando o Acampamento 22 estava prestes a fechar, muitos dos prisioneiros foram transferidos para outros acampamentos para continuarem detidos, enquanto um enorme número era executado. Acredita-se que um grande número de prisioneiros teria morrido de fome, chegando a comerem uns aos outros, na prisão abandonada, depois que todos os funcionários já tinham saído. No entanto, acredita-se que quando o status do Acampamento 22 não era mais válido, a equipe administrativa saiu ordenando que os guardas colocassem os adultos e crianças capturadas na câmara solitária e atirassem nelas. Conforme os dias foram passando, guardas começaram a ouvir ruídos da câmara solitária, como se houvesse ainda algo vivo lá, mexendo, à procura de uma saída.

Guardas curiosos questionaram a equipe administrativa sobre o que estava sendo mantido lá e por quê, e quando souberam a resposta, saíram de lá assim que puderam, deixando os horrores da Coréia do Norte pra trás, enquanto os que ficavam eram mortos por seus próprios companheiros, por ordem de uma sociedade secreta.

Mapa do Acampamento 22:


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